O negócio

Criar oportunidade.
Entregar valor que se sustenta.

A YES b2b pretende apoiar a negociação, a compra e a recompra no varejo independente de bens de consumo duráveis. O modelo precisa combinar utilidade para o lojista, atendimento viável e receita coerente com o valor entregue.

Hipóteses de receita

Há caminhos possíveis.
Ainda não há preço definido.

As alternativas abaixo serão comparadas no desenho do negócio. Não representam planos contratáveis nem compromisso de gratuidade.

Uso recorrente

Assinatura ou presença qualificada.

Acesso, curadoria ou exposição, quando o serviço gerar utilidade contínua para quem paga.

Resultado comercial

Oportunidade ou negócio atribuível.

Uma eventual cobrança por oportunidade ou comissão depende de critérios de qualidade, confirmação e atribuição.

Serviços adicionais

Apoio a necessidades específicas.

Implantação, integração e outras soluções podem ter contratação própria, caso se mostrem necessárias e viáveis.

Exposição patrocinada, se adotada, precisa ser identificada. Uma relação de investimento não dá acesso automático a dados ou condições de concorrentes.

Prazo e crédito

Parte da investigação.
Com responsabilidades a definir.

A proposta inclui facilitar o acesso a condições de pagamento oferecidas pelos fornecedores e por parceiros financeiros, conforme contratação, elegibilidade e condições de cada operação.

A Blu permanece uma hipótese de parceria em avaliação. Não anunciamos contrato, produto “Crédito YES Blu”, limite, taxa, aprovação ou pagamento garantido. A modalidade, a análise, a cobrança e quem assume cada risco precisam ser definidos antes de oferecer qualquer operação.

O acesso a prazo e crédito será investigado desde o início, junto de preço, pedido mínimo, frete e atendimento. A relevância de cada obstáculo precisa ser validada com os lojistas.

Decisões em aberto

As regras precisam ser claras
antes da primeira operação.

01

Quem usa e quem paga

O lojista orienta a experiência. Isso não define quem pagará pelo serviço. Precisamos identificar o benefício e a disposição a pagar de cada participante. A definição aprovada orienta a proposta; pagador, preço e regras comerciais precisam de decisões próprias.

02

O papel do representante

Definir como ele ativa clientes, recebe oportunidades e tem seu vínculo reconhecido, inclusive nos caminhos de atendimento ou compra direta autorizados.

03

O que a plataforma acompanha

Separar interesse, conversa, pedido e venda confirmada. Se houver cobrança por resultado, o evento precisa ser verificável e ter regra de contestação.

04

Condição de compra e operação

Investigar desde o início se prazo, mínimo, frete ou crédito impedem a compra. Se uma nova condição for indispensável, ela pode redefinir a primeira versão. Precisamos definir quem responde por pagamento, entrega e pós-venda. Nenhum desses serviços está operando neste portal.

05

Rede de oferta e acesso

Definir o público inicial, a praça, as categorias e os critérios para indústrias e fornecedores autorizados. O ambiente comercial proposto terá empresas validadas e usuários autorizados, respeitando as políticas dos fornecedores.

06

Política de informações comerciais

A formulação consolidada mantém a comparação entre fabricantes como decisão a conciliar com as políticas e os limites do projeto. Os guardrails vigentes não autorizam leilão, disputa de preços nem cotação competitiva entre fabricantes.

Relações comerciais

Continuidade também importa fora da tela.

Uma negociação pode terminar no canal comercial já usado pelas partes. Precisamos medir o valor gerado sem confundir encaminhamento com venda realizada.

A proposta não inclui leilão, disputa de preços ou cotação competitiva entre fabricantes. Informações comerciais devem respeitar os vínculos e as permissões de cada relação.

Vamos construir a proposta juntos

O que faria diferença no dia a dia do seu negócio?

Estamos desenvolvendo a YES b2b. Queremos ouvir lojistas, representantes e fornecedores para definir uma primeira experiência útil.

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